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O Rio Grande do Norte registrou 5.089 solicitações de medidas protetivas de urgência entre janeiro e agosto de 2026, segundo dados da Polícia Civil. Entre janeiro e maio, foram contabilizados 2.293 registros de ameaça, ocorrência que liderou os casos de violência contra a mulher no período.
Os números voltaram a ganhar destaque após o caso de Ingrid Katerine, de 30 anos, que denunciou ter sido agredida e sufocada pelo marido em Parnamirim. Segundo a vítima, as agressões verbais, psicológicas e físicas faziam parte de um relacionamento de nove anos.
A Polícia Civil orienta mulheres vítimas de violência doméstica a procurar ajuda e registrar a denúncia. A corporação pode solicitar à Justiça medidas protetivas de urgência para garantir a segurança das vítimas.
As denúncias podem ser feitas em delegacias especializadas, à Polícia Militar ou por meio dos canais oficiais.



