Foto: Gláucio Dettmar
Um laudo da Polícia Científica apontou a presença das bactérias Salmonella spp. e Escherichia coli no cuscuz servido em três unidades prisionais de Mossoró. O alimento foi consumido durante um surto que deixou cerca de 500 presos com sintomas como diarreia e vômitos em junho.
Segundo a perícia, as refeições eram preparadas fora das unidades e entregues prontas aos presos. O documento apontou falha higiênico-sanitária em alguma etapa da produção ou do fornecimento e estabeleceu correlação entre a contaminação dos alimentos e o adoecimento dos detentos.
O caso ocorreu na Cadeia Pública de Mossoró e nas alas masculina e feminina do Complexo Mário Negócio. A empresa Líder Refeições, responsável pelas marmitas, questionou o método de coleta das amostras. A Secretaria de Administração Penitenciária (Seap) informou que instaurou procedimento administrativo para apurar o caso.



