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Até a última atualização, 19 mandados de prisão haviam sido cumpridos. A operação prevê 23 prisões preventivas e 24 mandados de busca e apreensão. Também foi determinada a apreensão de bens e valores de até R$ 558 milhões, envolvendo 40 pessoas físicas e 42 empresas.
Segundo a PF, a rede investigada atua nos complexos do Alemão, da Penha e do Chapadão. A corporação afirma que Marcinho VP, pai de Oruam e que já está preso, “continua a controlar as atividades empresariais exploradas nesses territórios, em conjunto com seus familiares e outras lideranças da facção”.
De acordo com a investigação, traficantes cortam cabos e danificam equipamentos de operadoras concorrentes para obrigar moradores e comerciantes a contratar a chamada “internet do tráfico”. Oruam foi alvo de investigação anterior por suspeita de lavagem de dinheiro, mas não havia confirmação de que ele fosse investigado neste novo inquérito.



