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O Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) abriu um inquérito civil para avaliar se as provas do concurso da Polícia Penal e de Especialista em Assistência Penitenciária devem ser anuladas. A investigação foi aberta após 12 pessoas serem presas suspeitas de fraude durante a aplicação das provas no domingo (13).
Segundo a Polícia Civil, dez prisões ocorreram em Mossoró e duas em Natal. A investigação apontou suspeitas de uso de pontos eletrônicos e de pessoas fora dos locais de prova para transmitir respostas. O MPRN também citou imagens de supostas provas compartilhadas em grupos de WhatsApp e indícios de que detectores de metais não foram usados em todos os locais.
O Ministério Público deu 15 dias para a Secretaria Estadual da Administração (Sead) e o Instituto Avalia informarem as medidas de segurança adotadas no concurso. O objetivo é verificar a extensão das irregularidades e se elas comprometeram a lisura do certame.
O concurso oferece 260 vagas e teve mais de 40 mil inscritos. O MPRN não determinou a anulação imediata das provas.



